BOCA PARA BUEIRO TRIPLO TUBULAR D = 150 CM EM CONCRETO, ALAS COM ESCONSIDADE DE 0°, INCLUINDO FÔRMAS E MATERIAIS. AF_07/2021
Desonerado
R$ 21.420,59
por UN
Onerado
R$ 21.718,43
por UN
Média nacional
R$ 23.089,52
27 estados
Var. 12 meses
Jun/25 — Jun/26
▲ 0.8%
Goiás ↓
BOCA PARA BUEIRO TRIPLO TUBULAR D = 150 CM EM CONCRETO, A…
Bocas para Bueiros · SINAPI 102749
Custa R$ 21.420,59 em Goiás — 7.2% abaixo da média nacional de R$ 23.089,52.
Ref. Jun/26 · Disponível em todos os 26 estados e o DF. ›Variação Preço SINAPI 102749 em Goiás
▲ 0.8% em 12 meses| Referência | Desonerado/UN | Onerado/UN | Var. anterior |
|---|---|---|---|
| Jun/26 | R$ 21.420,59 | R$ 21.718,43 | ▲ 1.5% |
| Mai/26 | R$ 21.111,46 | R$ 21.409,31 | ▼ 0.8% |
| Abr/26 | R$ 21.282,05 | R$ 21.579,89 | ▼ 0.3% |
| Mar/26 | R$ 21.352,98 | R$ 21.650,82 | ▲ 0.4% |
| Fev/26 | R$ 21.265,00 | R$ 21.562,85 | ▲ 0.3% |
| Jan/26 | R$ 21.201,82 | R$ 21.499,64 | ▲ 1.3% |
| Dez/25 | R$ 20.936,29 | R$ 21.358,01 | ▼ 0.3% |
| Nov/25 | R$ 20.998,31 | R$ 21.420,01 | — 0,0% |
| Out/25 | R$ 21.007,99 | R$ 21.430,03 | ▼ 0.2% |
| Set/25 | R$ 21.049,70 | R$ 21.471,72 | ▼ 0.4% |
| Ago/25 | R$ 21.128,38 | R$ 21.550,41 | ▼ 1.7% |
| Jul/25 | R$ 21.490,94 | R$ 21.913,00 | ▲ 1.2% |
| Jun/25 | R$ 21.241,40 | R$ 21.663,46 | — |
Mínimo
R$ 20.936,29
Dez/25
Média
R$ 21.191,30
12 meses · ▲ 0.8%
Máximo
R$ 21.490,94
Jul/25
Fonte: Caixa Econômica Federal / IBGE. Referência mais recente em destaque.
Composição Analítica do SINAPI 102749 — Goiás
Itens do relatório analítico oficial SINAPI × preços desonerados GO. Custo por item truncado em 2 casas, como a Caixa calcula. Clique na linha para ver o item.
| Tipo | Código | Descrição | Coef. | Preço GO | Custo |
|---|---|---|---|---|---|
| Comp. | 102736 | CONCRETAGEM DE BOCA PARA BUEIRO, FCK = 20 MPA, COM USO DE BOMBA - LANÇAMENTO, ADENSAMENTO E ACABAMENTO. AF_07/2021 | 9,7365 | R$ 763,62 | R$ 7.434,98 |
| Comp. | 102734 | ARMAÇÃO DE SOLEIRA UTILIZANDO AÇO CA-50 DE 6,3 MM - MONTAGEM. AF_07/2021 | 115,3245 | R$ 12,83 | R$ 1.479,61 |
| Comp. | 102731 | ARMAÇÃO DE MURO ALA E MURO TESTA UTILIZANDO AÇO CA-50 DE 12,5 MM - MONTAGEM. AF_07/2021 | 179,261 | R$ 9,22 | R$ 1.652,78 |
| Comp. | 102730 | ARMAÇÃO DE MURO ALA E MURO TESTA UTILIZANDO AÇO CA-50 DE 10 MM - MONTAGEM. AF_07/2021 | 41,0051 | R$ 11,07 | R$ 453,92 |
| Comp. | 102729 | ARMAÇÃO DE MURO ALA E MURO TESTA UTILIZANDO AÇO CA-50 DE 8 MM - MONTAGEM. AF_07/2021 | 43,7521 | R$ 12,61 | R$ 551,71 |
| Comp. | 102728 | ARMAÇÃO DE MURO ALA E MURO TESTA UTILIZANDO AÇO CA-50 DE 6,3 MM - MONTAGEM. AF_07/2021 | 325,721 | R$ 13,84 | R$ 4.507,97 |
| Comp. | 102727 | FABRICAÇÃO, MONTAGEM E DESMONTAGEM DE FÔRMA PARA BOCA PARA BUEIRO, EM CHAPA DE MADEIRA COMPENSADA RESINADA, E = 17 MM, 2 UTILIZAÇÕES. AF_07/2021 | 32,997 | R$ 107,81 | R$ 3.557,40 |
| Comp. | 96620 | LASTRO DE CONCRETO MAGRO, APLICADO EM PISOS, LAJES SOBRE SOLO OU RADIERS. AF_01/2024 | 1,92 | R$ 928,24 | R$ 1.782,22 |
| Custo SINAPI (desonerado) | R$ 21.420,59 | ||||
Caderno Técnico da composição SINAPI 102749 — Execução e Medição
AtivoÁrvore de Fatores da composição SINAPI 102749
Normas técnicas
15 normasItens e suas características
- Fabricação, montagem e desmontagem de fôrma para boca para bueiro, com chapa de madeira compensada resinada, e = 17 mm, 2 utilizações;
- Armação de muro ala e muro testa, utilizando aço CA-50 de 6,3 mm – montagem;
- Armação de muro ala e muro testa, utilizando aço CA-50 de 8 mm – montagem;
- Armação de muro ala e muro testa, utilizando aço CA-50 de 10 mm – montagem;
- Armação de muro ala e muro testa, utilizando aço CA-50 de 12,5 mm – montagem;
- Armação de soleira, utilizando aço CA-50 de 6,3 mm – montagem;
- Concretagem de boca para bueiro, fck = 20 MPa, com uso de bomba – lançamento, adensamento e acabamento;
- Lastro de concreto magro, aplicado em pisos ou radiers.
Execução do serviço
- Execução do lastro de concreto magro;
- Com as barras já cortadas e dobradas, executar a montagem das armaduras, fixando as diversas partes com arame recozido, respeitando o projeto estrutural;
- A partir dos eixos de referência considerados no projeto de estrutura, posicionar os gastalhos dos pés dos muros ala e muro testa, realizando medições e conferências com trena metálica, esquadros de braços longos, nível lazer e outros dispositivos; fixar os gastalhos com pregos de aço ou recursos equivalentes;
- Sobre a superfície limpa, aplicar desmoldante com broxa ou spray em toda a face interna da fôrma;
- Posicionar as faces da fôrma, cuidando para que fiquem solidarizadas no gastalho;
- Fixar os aprumadores e conferir prumo, nível e ortogonalidade do conjunto usando esquadro metálico;
- Dispor os espaçadores plásticos com afastamento de no máximo 50 cm e amarrá-los à armadura de forma a garantir o cobrimento mínimo indicado em projeto;
- Posicionar a armadura na fôrma e fixá-la de modo que não apresente risco de deslocamento durante a concretagem;
- Após posicionamento das armaduras e dos espaçadores, executar o travamento com as vigas metálicas e as barras de ancoragem, espaçadas a cada 60cm, de modo a garantir as dimensões durante o lançamento do concreto;
- Conferir posicionamento, rigidez, estanqueidade e prumo da fôrma, introduzindo os contraventamentos previstos no projeto das fôrmas;
- Verificar se a resistência característica e/ou o traço declarado corresponde ao pedido de compra, se o concreto está com a trabalhabilidade especificada e se não foi ultrapassado o tempo de início de pega do concreto (tempo decorrido desde a saída da usina até a chegada na obra) – verificações com base na Nota Fiscal / documento de entrega;
- Após a verificação da trabalhabilidade (abatimento / “slump”) e moldagem de corpos de prova para controle da resistência à compressão do concreto, lançar o material com a utilização de bomba e adensá-lo com uso de vibrador de imersão, de forma a que toda a armadura seja adequadamente envolvida na massa de concreto;
- Adensar o concreto de forma homogênea, conforme NBR 14931:2004, a fim de não se formarem ninhos, evitando-se vibrações em excesso que venham a causar exsudação da pasta / segregação do material;
- Promover a retirada das fôrmas de acordo com o prazo indicado no projeto estrutural, somente quando o concreto atingir resistência suficiente para suportar as cargas, conforme NBR 14931:2004;
- Logo após a desfôrma, fazer a limpeza das peças e armazená-las de forma adequada para impedir o empenamento;
- Conferir o prumo dos muros e tomar os cuidados para garantir a espessura e planicidade da soleira;
- O acabamento é feito com desempenadeiras de modo a se obter uma superfície uniforme;
- Enquanto a superfície não atingir endurecimento satisfatório, executar a cura com água potável.
Critérios de medição (quantificação do serviço)
- Utilizar a quantidade de bocas para bueiro a serem executadas com as dimensões especificadas na composição.
Critérios de aferição (o que a composição contempla)
- Para o levantamento dos índices de produtividade, foram considerados os operários (oficiais e ajudantes), que estavam envolvidos na fabricação, montagem e desmontagem das fôrmas, nas armações e na concretagem da boca para bueiro;
- Nesta composição não são consideradas perdas, uma vez que já estão inclusas nos serviços relacionados;
- Para cálculo dos consumos, considerou-se como referência uma boca característica, com peças especificadas na figura apresentada no Anexo II e III.
Informações complementares
- Para cálculo dos consumos, considerou-se uma boca para bueiro triplo tubular de concreto armado de diâmetro de 150 cm, alas sem esconsidade.
Fonte: Caderno Técnico de Composições SINAPI (Caixa) · Ver caderno completo · Ver página nacional →