Caderno Técnico SINAPI — Drenos
Documento oficial da Caixa Econômica Federal que descreve como as 52 composições do grupo Drenos são executadas, medidas e aferidas — com normas técnicas, critérios de quantificação e histórico de revisões. Conteúdo transcrito integralmente do PDF oficial.
Sobre este grupo de composições
A CAIXA apresenta o Grupo Drenos. Fazem parte deste grupo composições para os seguintes serviços:
• Drenos subsuperficiais: com tubos PEAD, PVC, concreto e dreno cego;
• Drenos profundos: com tubos PEAD, PVC, concreto e dreno cego;
• Drenos em espinha de peixe: com tubos PEAD e PVC;
• Assentamento de tubos para drenos: PEAD, PVC e concreto poroso;
• Instalação de conexões para drenos: luva (PVC e PEAD), junção simples e dupla;
• Aplicação de manta geotêxtil em drenos: resistências à tração de 9, 14, 26 e 31 kN/m;
• Enchimento de drenos: mecanizado, manual; areia e brita;
• Geocomposto em muro de contenção (drenagem vertical);
• Drenos paralelos ao muro (pé do muro): PEAD com geocomposto; PEAD e PVC com geotêxtil;
• Drenos barbacãs: diâmetros de 50 mm a 100 mm.
Os drenos subterrâneos são dispositivos que permitem a captação, condução e deságue das águas que se infiltram em pavimentos ou que estão contidas no próprio maciço. Existem os drenos denominados cegos e os com tubos, constituídos basicamente pelos seguintes componentes: material filtrante, material drenante e condutor tubular. Os drenos cegos são constituídos de cava e material de enchimento, sem condutores tubulares.
Quanto ao material drenante, podem ser utilizados agregados naturais ou resultantes de britagem, com permeabilidade satisfatória. Quanto ao material filtrante, este pode ser constituído de geotêxtil não tecido ou de areia que satisfaça à granulometria indicada em projeto. Ressalta-se que as composições deste grupo não correspondem ao serviço de DHP (dreno horizontal profundo), o qual demandaria equipamento especial para perfuração.
No processo de aferição deste grupo de composições foram analisados dados obtidos em obras de edificações e de infraestrutura em vias públicas, distribuídas nas três macrorregiões: Centro-Oeste, Norte/Nordeste e Sul/Sudeste.
A criação deste grupo pela Caixa foi viabilizada pela contratação de Instituição Aferidora, sendo elaborado pela Fundação para Desenvolvimento Tecnológico de Engenharia (FDTE), tendo como responsável técnico o Dr. Ubiraci Espinelli Lemes de Souza, Coordenador Geral do Projeto de Aferição do SINAPI. A Eng. Civil Camila Seiço Kato cumpriu o papel de Supervisora Técnica, dando apoio à coordenação do trabalho nas áreas técnica e administrativa. E o Prof. Orestes Marracini Gonçalves atuou como especialista no tema objeto deste trabalho, orientando na especificação dos insumos e das técnicas.
Para melhor conhecimento das especificações dos insumos e do processo de aferição do SINAPI, é recomendável a leitura das Fichas de Especificação Técnica de Insumos e do Livro SINAPI - Metodologias e Conceitos, complementado pelo Livro SINAPI – Cálculos e Parâmetros, disponíveis em www.caixa.gov.br/sinapi. Neste mesmo endereço estão disponibilizados os relatórios mensais e toda a documentação técnica do SINAPI.
Texto da introdução oficial do Caderno Técnico (Caixa).
Histórico de revisões
Composições deste caderno
52 ativasMédia nacional desonerada. Clique no código para preços por estado, execução e critérios de medição da composição.
Normas e legislação do caderno
- NBR 15073 Tubos corrugados de PVC e de Polietileno para drenagem subterrânea agrícola
- Outra DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES – DNIT. Norma DNIT 093/2016.
- Outra Tubo Dreno Corrugado de Polietileno de Alta Densidade (PEAD) para Drenagem Rodoviária. Rio de Janeiro, 2006.
Bibliografia
- ARTERIS. DRENAGEM SUBTERRÂNEA. Especificação Particular. ES 017. São Paulo, 2016.
- DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES - DNIT. Álbum de projetos-tipo de dispositivos de drenagem. Publicação IPR - 725. Rio de Janeiro, 2018.
- DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES - DNIT. Norma DNIT 015/2006 – ES. Drenagem – Drenos subterrâneos – Especificação de serviço. Rio de Janeiro, 2006.
- DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRAESTRUTURA DE TRANSPORTES - DNIT. Norma DNIT 016/2006 – ES. Drenagem – Drenos subsuperficiais – Especificação de serviço. Rio de Janeiro, 2006.
- MACCAFERRI. Ref. Manual descritivo das conexões das tubulações perfuradas MacPipe®. Jundiaí, 2015.
- SOLOTRAT. Alguns Detalhes da Prática de Execução de Solo Grampeado. Angra dos Reis, 2013.
- TIGRE. Orientações técnicas sobre instalações de Drenagem. Águas Pluviais e Drenagem Predial.
Anexos do caderno
- ANEXO 1: DRENO SUBSUPERFICIAL (SEÇÃO 0,40 X 0,40 M)_COM TUBO_ENCHIMENTO (disponível no PDF oficial)
- ANEXO 10: DRENO PROFUNDO (SEÇÃO 0,50 X 1,50 M)_COM TUBO_ENCHIMENTO (disponível no PDF oficial)
- ANEXO 11: DESENHO ESPINHA DE PEIXE (disponível no PDF oficial)
- ANEXO 12: DRENO SEÇÃO 0,30 X 030_PÉ DO MURO_COM TUBO PEAD E (disponível no PDF oficial)
- ANEXO 13: DRENO SEÇÃO 0,30 X 030_PÉ DO MURO_COM TUBO_ENCHIMENTO DE (disponível no PDF oficial)
- ANEXO 14: DRENO BARBACÃ (disponível no PDF oficial)
- ANEXO 2: DRENO SUBSUPERFICIAL (SEÇÃO 0,40 X 0,40 M)_CEGO_ENCHIMENTO DE (disponível no PDF oficial)
- ANEXO 3: DRENO SUBSUPERFICIAL (SEÇÃO 0,40 X 0,40 M)_CEGO_ENCHIMENTO DE (disponível no PDF oficial)
- ANEXO 4: DRENO SUBSUPERFICIAL (SEÇÃO 0,40 X 0,40 M)_COM TUBO _ENCHIMENTO (disponível no PDF oficial)
- ANEXO 5: DRENO PROFUNDO (SEÇÃO 0,50 X 1,50 M)_COM TUBO_ENCHIMENTO (disponível no PDF oficial)
- ANEXO 6: DRENO PROFUNDO (SEÇÃO 0,50 X 1,50 M)_COM TUBO_ENCHIMENTO (disponível no PDF oficial)
- ANEXO 7: DRENO PROFUNDO (SEÇÃO 0,50 X 1,50 M)_CEGO_ ENCHIMENTO DE (disponível no PDF oficial)
- ANEXO 8: DRENO PROFUNDO (SEÇÃO 0,50 X 1,50 M)_CEGO_ENCHIMENTO DE BRITA_ (disponível no PDF oficial)
- ANEXO 9: DRENO PROFUNDO (SEÇÃO 0,50 X 1,50 M)_COM TUBO_ENCHIMENTO (disponível no PDF oficial)
Perguntas Frequentes
O que é o Caderno Técnico Drenos do SINAPI?
É o documento oficial da Caixa Econômica Federal que descreve como as 52 composições do grupo Drenos do SINAPI são executadas, medidas e aferidas — com critérios de quantificação, normas técnicas e histórico de revisões.
Os drenos subterrâneos são dispositivos que permitem a captação, condução e deságue das águas que se infiltram em pavimentos ou que estão contidas no próprio maciço. Existem os drenos denominados cegos e os com tubos, constituídos basicamente pelos seguintes componentes: material filtrante, material drenante e condutor tubular. Os drenos cegos são constituídos de cava e material de enchimento, sem condutores tubulares.
Quantas composições fazem parte do caderno Drenos?
Quando o caderno Drenos foi criado e o que mudou desde então?
O registro mais antigo do histórico oficial é de 04/2023, com 2 revisões registradas pela Caixa desde então — a mais recente em 12/2023. O histórico completo, com o que mudou em cada revisão, está nesta página.
Quando o caderno Drenos foi aferido e atualizado?
O grupo foi aferido em 07/2021 e a última atualização do caderno é de 12/2023.
Na revisão de 12/2023, a Caixa registrou: Ajuste na descrição da composição 102723 e substituição do insumo 38052 (PEAD perfurado flexível) pelo insumo 44315 (PVC perfurado rígido) com anuência da aferidora.
Quais normas técnicas regem os serviços de Drenos?
O caderno referencia 3 normas e legislações, entre elas: NBR 15073. A lista completa com títulos está na seção de normas desta página.
Onde baixar o PDF oficial do caderno Drenos?
O PDF oficial está no portal da Caixa: baixar SINAPI-CT-DRENOS.pdf. Nesta página o mesmo conteúdo está estruturado e navegável — e cada composição do caderno tem página própria com a execução, os critérios de medição e os preços por estado da referência vigente.
Fonte: Caderno Técnico de Composições SINAPI — Drenos (Caixa Econômica Federal), transcrição integral. Preços: referência SINAPI vigente. Documento oficial ↗