Caderno Técnico SINAPI — Tubulões
Documento oficial da Caixa Econômica Federal que descreve como as 18 composições do grupo Tubulões são executadas, medidas e aferidas — com normas técnicas, critérios de quantificação e histórico de revisões. Conteúdo transcrito integralmente do PDF oficial.
Sobre este grupo de composições
A CAIXA apresenta o Grupo Tubulões. Foram aferidas composições para os serviços de execução do fuste e de alargamento de base, sendo considerados os seguintes fatores:
- Diâmetros de 70, 80, 100 e 120 cm;
- Escavação manual e mecanizada; e
- Concreto dosado em obra lançado com jerica e concreto usinado bombeado.
Segundo a NR-18, o fuste do tubulão deve ser realizado com diâmetro mínimo de 70 cm para permitir a descida do poceiro. A base, de formato cônico, é executada após atingir a cota de apoio. A armadura deve ter comprimento mínimo de 3,0 m.
Caso a armadura atinja a altura da base, deve ser previsto espaçamento dos estribos de 30 cm para garantir a penetração do concreto e o preenchimento total da base. O concreto pode ser lançado diretamente do caminhão, ou a partir de jericas, podendo ainda ser bombeado, utilizando funil que penetre pelo menos 1,5 m no furo realizado. As composições aferidas para tubulão são formadas por indicadores de:
- Mão de obra: poceiro (oficial), pedreiro (oficial) e servente (ajudante direto);
- Materiais: concreto fck ≥ 20 MPa usinado, autoadensável ou feito em obra;
- Equipamentos: perfuratriz com trado parcial (escavação mecânica), pá-carregadeira sobre rodas (carga e descarga de material) e caminhão basculante (transporte de material).
No processo de aferição deste grupo de composições foram analisados dados obtidos em obras de construção de edificações comerciais, residenciais e institucionais de multipavimentos, além de construção de viadutos distribuídas nas três macroregiões: Norte/Nordeste, Centro-Oeste, Sul/Sudeste.
A criação deste grupo pela Caixa foi viabilizada pela contratação de Instituição Aferidora, sendo elaborado pela Fundação para Desenvolvimento Tecnológico de Engenharia (FDTE), tendo como responsável técnico o Dr. Ubiraci Espinelli Lemes de Souza, Coordenador Geral do Projeto de Aferição do SINAPI. A Eng. Civil Camila Seiço Kato cumpriu o papel de Supervisora Técnica, dando apoio à coordenação do trabalho nas áreas técnica e administrativa. E o Prof. Frederico Fernando Falconi atuou como especialista no tema objeto deste trabalho, orientando na especificação dos insumos e das técnicas.
Para melhor conhecimento das especificações dos insumos e do processo de aferição do SINAPI, é recomendável a leitura das Fichas de Especificação Técnica de Insumos e do Livro SINAPI - Metodologias e Conceitos, complementado pelo Livro SINAPI – Cálculos e Parâmetros, disponíveis em www.caixa.gov.br/sinapi. Neste mesmo endereço estão disponibilizados os relatórios mensais e toda a documentação técnica do SINAPI.
Texto da introdução oficial do Caderno Técnico (Caixa).
Histórico de revisões
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02/2025
- Exclusão do termo "_PA" (pendência em composição auxiliar) nas descrições das composições.
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04/2023
- Inclusão do termo "_PA (pendência em composição auxiliar)" nas descrições das composições de execução do fuste.
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03/2023
- Alteração no texto de introdução do grupo de composições.
Composições deste caderno
18 ativasMédia nacional desonerada. Clique no código para preços por estado, execução e critérios de medição da composição.
Normas e legislação do caderno
- NBR 6118 Projeto de estruturas de concreto – Procedimento
- NBR 6122 Projeto e execução de fundações.
- Outra Rio de Janeiro, 2019.
- Outra Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção. 2015
- Outra Segurança e saúde nos trabalhos em espaços confinados. 2012
- Outra Trabalho em altura. 2016
Bibliografia
- ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE EMPRESAS DE ENGENHARIA DE FUNDAÇÕES E GEOTECNIA - ABEF. Manual de Especificações de Produtos e Procedimentos ABEF. São Paulo, ABEF, novembro de 1999.
- FUNDAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO - FDE. Catálogo Técnico de Serviços. São Paulo: FDE, outubro de 2013.
- HACHICH, W., FALCONI, F., CORRÊA, C.N., ORLANDO, C., SCHIMDT, C., ANTUNES, W.R., ALBUQUERQUE, P.J. & NIYAMA, S. (Organizadores). Fundações: Teoria e Prática. São Paulo, Pini, ABMS/ABEF, 1998.
Perguntas Frequentes
O que é o Caderno Técnico Tubulões do SINAPI?
É o documento oficial da Caixa Econômica Federal que descreve como as 18 composições do grupo Tubulões do SINAPI são executadas, medidas e aferidas — com critérios de quantificação, normas técnicas e histórico de revisões.
Segundo a NR-18, o fuste do tubulão deve ser realizado com diâmetro mínimo de 70 cm para permitir a descida do poceiro. A base, de formato cônico, é executada após atingir a cota de apoio. A armadura deve ter comprimento mínimo de 3,0 m.
Quantas composições fazem parte do caderno Tubulões?
Quando o caderno Tubulões foi criado e o que mudou desde então?
O registro mais antigo do histórico oficial é de 03/2023, com 3 revisões registradas pela Caixa desde então — a mais recente em 02/2025. O histórico completo, com o que mudou em cada revisão, está nesta página.
Quando o caderno Tubulões foi aferido e atualizado?
O grupo foi aferido em 05/2020 e a última atualização do caderno é de 02/2025.
Na revisão de 02/2025, a Caixa registrou: Exclusão do termo "_PA" (pendência em composição auxiliar) nas descrições das composições.
Quais normas técnicas regem os serviços de Tubulões?
Onde baixar o PDF oficial do caderno Tubulões?
O PDF oficial está no portal da Caixa: baixar SINAPI-CT-TUBULOES.pdf. Nesta página o mesmo conteúdo está estruturado e navegável — e cada composição do caderno tem página própria com a execução, os critérios de medição e os preços por estado da referência vigente.
Fonte: Caderno Técnico de Composições SINAPI — Tubulões (Caixa Econômica Federal), transcrição integral. Preços: referência SINAPI vigente. Documento oficial ↗