Fonte: Caixa Econômica Federal / IBGE. Referência: 2026-03. Preços em R$ por M.
Ficha de Especificação Técnica
Normas Técnicas
ABNT NBR 7203:1982, NBR 7190:2002, NBR 14807:2002, NBR 12551:2002; Resolução CONAMA 441 de 6 de Maio de 2009; http://www.florestal.gov.br/snif/producao-florestal/certificacao-florestal
Informações Gerais
Peça de madeira do tipo maçaranduba/paraju, angelim, peroba-rosa ou outra espécie nativa equivalente quanto ao uso e preço de comercialização. Peças resultantes do desdobro de toras de madeiras utilizadas em estruturas de telhados, guarda-corpos, pisos e em outros usos na construção civil. As peças são aparelhadas, o que significa que passaram por um processo de aplainamento para uniformizar dimensões e superfícies das faces. Optar por madeira legalizada e certificada pelo selo FSC (Forest Stewardship Council) ou pelo Cerflor (Programa Brasileiro de Certificação Florestal). Se a madeira não tiver selo de certificação, deve ser solicitado o Documento de Origem Florestal (DOF) ou a Guia Florestal (GF), uma espécie de RG da madeira. Sarrafos, assim como as tábuas, são peças retangulares de madeira utilizadas principalmente para montagem das fôrmas de concreto e andaimes. O sarrafo, segundo a NBR 14807/2002, podem ter de 2,1 a 3,9cm de espessura e largura de 2 a 9,9cm. Já as tábuas, possuem de 1 a 3,7cm de espessura e largura maior que 10cm. Coleta: admite variação de até 0,5 cm na espessura e de até 2cm na largura. Considerar comprimento de 3 metros.
Vigência do Caderno Técnico:
Perguntas Frequentes
O que é o insumo SINAPI 20206?
O insumo SINAPI 20206 é: SARRAFO APARELHADO *2 X 10* CM, EM MACARANDUBA/MASSARANDUBA, ANGELIM OU EQUIVALENTE DA REGIAO. Classificação: MATERIAL. Unidade de medida: M. Peça de madeira do tipo maçaranduba/paraju, angelim, peroba-rosa ou outra espécie nativa equivalente quanto ao uso e preço de comercialização. Peças resultantes do desdobro de toras de madeiras utilizadas em estruturas de telhados, guarda-corpos, pisos e em outros usos na construção civil. As peças são aparelhadas, o que significa que passaram por um processo de aplainamento para uniformizar dimensões e superfícies das faces. Optar por madeira legalizada e certificada pelo selo FSC (Forest Stewardship Council) ou pelo Cerflor (Programa Brasileiro de Certificação Florestal). Se a madeira não tiver selo de certificação, deve ser solicitado o Documento de Origem Florestal (DOF) ou a Guia Florestal (GF), uma espécie de RG da madeira. Sarrafos, assim como as tábuas, são peças retangulares de madeira utilizadas principalmente para montagem das fôrmas de concreto e andaimes. O sarrafo, segundo a NBR 14807/2002, podem ter de 2,1 a 3,9cm de espessura e largura de 2 a 9,9cm. Já as tábuas, possuem de 1 a 3,7cm de espessura e largura maior que 10cm. Coleta: admite variação de até 0,5 cm na espessura e de até 2cm na largura. Considerar comprimento de 3 metros.
Qual o preço do insumo SINAPI 20206 em São Paulo?
O preço desonerado do insumo SINAPI 20206 em São Paulo é R$ 11,42 por M (referência: Mar/2026).
Qual o preço do insumo SINAPI 20206 no Acre?
O preço desonerado do insumo SINAPI 20206 no Acre é R$ 7,87 por M (referência: Mar/2026).
Qual o preço do insumo SINAPI 20206 em Rondônia?
O preço desonerado do insumo SINAPI 20206 em Rondônia é R$ 7,99 por M (referência: Mar/2026).
Qual o preço do insumo SINAPI 20206 no Mato Grosso?
O preço desonerado do insumo SINAPI 20206 no Mato Grosso é R$ 8,11 por M (referência: Mar/2026).
Qual a variação de preço do insumo SINAPI 20206 entre estados?
O insumo SINAPI 20206 varia de R$ 5,72 (Amazonas) a R$ 22,00 (Santa Catarina) entre os estados, com média de R$ 9,54 por M (referência Mar/2026).
Qual a diferença entre insumo e composição no SINAPI?
No SINAPI, insumos são os elementos básicos (materiais, mão de obra, equipamentos e serviços) com preços coletados diretamente no mercado. Composições são os serviços montados a partir de insumos, com metodologia de cálculo de custo unitário.
Por que o preço varia por estado?
Os preços SINAPI são coletados mensalmente pelo IBGE em cada estado, refletindo as condições reais do mercado regional. Fatores como logística, tributação estadual (ICMS), disponibilidade de fornecedores e custos de mão de obra geram variações significativas entre as UFs.
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