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ESCORAMENTO DE VALA, TIPO CONTÍNUO, COM PROFUNDIDADE DE 3,0 A 4,5 M, LARGURA MAIOR OU IGUAL A 1,5 E MENOR QUE 2,5 M. AF_01/2026

Ações

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Composição Analítica do SINAPI 101587

Itens e coeficientes do relatório analítico oficial SINAPI; características dos itens conforme o Caderno Técnico. Clique em qualquer linha da tabela abaixo para ver detalhes do item.

TipoCódigoDescriçãoUnid.Coef.
Comp.88316SERVENTE COM ENCARGOS COMPLEMENTARESH0,317381
Comp.88262CARPINTEIRO DE FORMAS COM ENCARGOS COMPLEMENTARESH0,952144
Insumo21138MOURAO ROLICO DE MADEIRA TRATADA, D = 8 A 11 CM, H = 2,20 M, EM EUCALIPTO OU EQUIVALENTE DA REGIAO (PARA CERCA)M0,144856
Insumo6189TABUA NAO APARELHADA *2,5 X 30* CM, EM MACARANDUBA/MASSARANDUBA, ANGELIM OU EQUIVALENTE DA REGIAO - BRUTAM0,814815
Insumo5061PREGO DE ACO POLIDO COM CABECA 18 X 27 (2 1/2 X 10)KG0,055935
Insumo4472VIGA NAO APARELHADA *6 X 16* CM, EM MACARANDUBA/MASSARANDUBA, ANGELIM OU EQUIVALENTE DA REGIAO - BRUTAM0,195556

Itens e suas características

  • Carpinteiro: profissional que executa o sistema de escoramento da vala, realizando as atividades de montagem e desmontagem;
  • Servente: profissional que auxilia o carpinteiro no escoramento;
  • Tábua de madeira: utilizada verticalmente na parede da vala para conter o solo;
  • Peça de madeira de lei: utilizada como longarina para travar as tábuas de madeira;
  • Peça de madeira roliça: utilizada horizontalmente para travar as tábuas de madeiras e conter o solo;
  • Prego: utilizado para fixar as peças de madeira roliça às tábuas de madeira.

Caderno Técnico da composição SINAPI 101587 — Execução e Medição

Aferido em 01/2026

Como o serviço é executado, medido e o que a composição contempla, segundo o Caderno Técnico oficial da Caixa — caderno Escoramento e preparo de fundo de valas.

Árvore de Fatores da composição SINAPI 101587

Clique para ampliar
Onde esta composição se encaixa entre as variantes do serviço no caderno Escoramento e preparo de fundo de valas. Clique no diagrama para ver em tamanho real.
Árvore de Fatores — composição 101587
Árvore de fatores da composição SINAPI 101587, ampliada

Execução do serviço

  • Após a abertura da vala, deve-se executar o escoramento da vala para evitar desmoronamentos;
  • O serviço de escoramento inicia com a colocação das tábuas uma seguida da outra, assim que a escavação disponibiliza frente de serviço;
  • Após a colocação das tábuas, é feita, a cada metro de profundidade da vala, a instalação de longarinas no sentido horizontal da vala e a cada 1,35 metros de comprimento são colocadas escoras de madeira roliça;
  • A partir daí os demais serviços são executados tais como: preparo do fundo, assentamento da tubulação e reaterro (atividades não inclusas nesta composição - utilizar composições específicas para tais fins);
  • Durante o reaterro é feita a retirada dos escoramentos simultaneamente.

Critérios de medição (quantificação do serviço)

  • Utilizar a área total de paredes (comprimento x profundidade da vala x duas paredes da vala) a ser contida com escoramento tipo contínuo em valas com profundidade de 3,0 a 4,5 m, largura maior ou igual a 1,5 m e menor que 2,5 m.

Critérios de aferição (o que a composição contempla)

  • Nos índices de produtividade da equipe estão inclusos o tempo de montagem do escoramento e retirada do escoramento;
  • O espaçamento entre as tábuas e a distância entre as escoras foi considerado conforme descrito em norma;
  • Para gerar os índices de consumo de tábuas de madeira foi considerado um comprimento maior do que a profundidade da vala da ordem de 50 cm, referente a ficha e a um comprimento maior que a profundidade;
  • O número de reutilizações das tábuas de madeira e peças de madeira roliças foi considerado igual a 5 vezes;
  • Este sistema de escoramento se aplica apenas acima do nível d'água, ou quando a permeabilidade do solo for baixa o suficiente para permitir o esgotamento por bombas;
  • A geometria da vala deve atender aos valores definidos pela norma NBR 17015.

Fonte: Caderno Técnico de Composições SINAPI (Caixa Econômica Federal), transcrição integral das seções da ficha oficial. Ver o caderno completo →

Composição · SINAPI 101587

O preço da composição SINAPI 101587 varia conforme o estado: o menor é R$ 54,22 por M2 no Amapá (AP) e o maior, R$ 107,63 em Santa Catarina (SC) — uma diferença de aproximadamente 99% entre o menor e o maior preço.

Média nacional: R$ 72,06 por M2.

Ref. Set/2026 · Disponível em todos os 26 estados e o DF.

Ver tabela ↓

SINAPI 101587 por Estado — Set/2026

Preço Composição SINAPI 101587 por estado, desonerado e onerado em R$ por M2
UF Deson. Oner.
AC R$ 66,84 R$ 69,06
AL R$ 60,20 R$ 62,09
AP R$ 54,22 R$ 56,21
AM R$ 64,62 R$ 66,67
BA R$ 76,32 R$ 78,53
CE R$ 71,07 R$ 73,12
DF R$ 72,19 R$ 74,30
ES R$ 85,31 R$ 87,71
GO R$ 66,04 R$ 68,11
MA R$ 71,31 R$ 73,29
MT R$ 65,01 R$ 67,02
MS R$ 69,17 R$ 71,20
MG R$ 89,97 R$ 92,22
PA R$ 81,59 R$ 83,54
PB R$ 61,00 R$ 63,25
PR R$ 91,10 R$ 93,84
PE R$ 73,21 R$ 75,29
PI R$ 57,84 R$ 59,77
RJ R$ 84,25 R$ 87,10
RN R$ 71,47 R$ 73,32
RS R$ 68,10 R$ 70,29
RO R$ 66,07 R$ 68,27
RR R$ 59,11 R$ 61,31
SC R$ 107,63 R$ 110,79
SP R$ 81,56 R$ 84,06
SE R$ 62,33 R$ 64,24
TO R$ 68,05 R$ 69,95

Fonte: Caixa Econômica Federal / IBGE. Referência: 2026-09. Preços em R$ por M2.

Perguntas Frequentes

O que é a composição SINAPI 101587?
A composição SINAPI 101587 refere-se a: ESCORAMENTO DE VALA, TIPO CONTÍNUO, COM PROFUNDIDADE DE 3,0 A 4,5 M, LARGURA MAIOR OU IGUAL A 1,5 E MENOR QUE 2,5 M. AF_01/2026. A unidade de medida é M2 e pertence ao grupo "Escoramento e Preparo de Fundo de Valas" da tabela SINAPI oficial, publicada pela Caixa Econômica Federal em parceria com o IBGE.
Qual a variação de preço da composição SINAPI 101587 entre os 26 estados e o DF?

O preço desonerado da composição SINAPI 101587 varia de R$ 54,22 em Amapá a R$ 107,63 em Santa Catarina por M2 — uma diferença de 99% entre extremos. A média nacional é R$ 72,06 (referência Set/2026, regime desonerado). Clique no estado para ver o preço regional completo:

Maiores preços
Santa CatarinaR$ 107,63
ParanáR$ 91,10
Minas GeraisR$ 89,97
Média nacional
Brasil (27 UFs)R$ 72,06
Menores preços
AmapáR$ 54,22
PiauíR$ 57,84
RoraimaR$ 59,11
O que está incluído na composição SINAPI 101587?

Os critérios de aferição do Caderno Técnico SINAPI detalham o que esta composição contempla (e o que fica em composição separada):

  • Nos índices de produtividade da equipe estão inclusos o tempo de montagem do escoramento e retirada do escoramento;
  • O espaçamento entre as tábuas e a distância entre as escoras foi considerado conforme descrito em norma;
  • Para gerar os índices de consumo de tábuas de madeira foi considerado um comprimento maior do que a profundidade da vala da ordem de 50 cm, referente a ficha e a um comprimento maior que a profundidade;
  • O número de reutilizações das tábuas de madeira e peças de madeira roliças foi considerado igual a 5 vezes;
  • Este sistema de escoramento se aplica apenas acima do nível d'água, ou quando a permeabilidade do solo for baixa o suficiente para permitir o esgotamento por bombas;
  • A geometria da vala deve atender aos valores definidos pela norma NBR 17015.
Como medir e quantificar o serviço da composição SINAPI 101587?

Segundo o Caderno Técnico SINAPI (Caixa), os critérios para quantificação deste serviço são:

  • Utilizar a área total de paredes (comprimento x profundidade da vala x duas paredes da vala) a ser contida com escoramento tipo contínuo em valas com profundidade de 3,0 a 4,5 m, largura maior ou igual a 1,5 m e menor que 2,5 m.

Ver o Caderno Técnico completo desta composição ↑

Como usar o SINAPI 101587 em orçamentos?

Para usar esta composição em orçamentos de obras públicas:

  1. Identifique o estado da obra e o mês de referência do orçamento
  2. Localize o preço correspondente na tabela acima (prefira o regime desonerado quando aplicável pela legislação)
  3. Multiplique o preço unitário pela quantidade de M2 prevista no projeto
  4. Aplique o BDI conforme Acórdão TCU 2622/2013 — use a Calculadora BDI para calcular
Qual a diferença entre desonerado e não desonerado no SINAPI?
O regime desonerado aplica a desoneração da folha de pagamento: o INSS patronal sai, no todo ou em parte, dos encargos da mão de obra e a empresa recolhe a CPRB sobre a receita bruta (em 2026, 2,7% da receita e 10% sobre a folha, pela reoneração gradual da Lei 14.973/2024). O regime não desonerado mantém o INSS patronal de 20%. A adesão é opção da empresa, por obra; na licitação, compare o total nos dois regimes com o BDI de cada um.

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